Adolescentes

Sexo oral e DSTs

Mesmo machucados imperceptíveis na região da boca, lábios e garganta podem ser uma porta de entrada para uma doença sexualmente transmissível
“Muita gente usa camisinha na hora de transar, mas quando vai praticar sexo oral acha que está liberado”, diz Paula Gherpelli, ginecologista e obstetra da Clínica Célula Mater.
Apesar de ser menor do que o risco envolvido na penetração vaginal, o perigo de contrair uma doença sexualmente transmissível via sexo oral existe, mas é subestimado. “A transmissão de vírus e bactérias se dá pelo contato da secreção com alguma fissura na mucosa, como aftas, inflamações na gengiva ou até fissuras imperceptíveis, que podem ser provocadas pelo atrito durante o próprio ato”, explica Paula.

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Cuidados com a pele na adolescência

Em casos de problemas leves, o ginecologista pode ajudar
Excesso de oleosidade, acne... Incômodos comuns na adolescência, quando os hormônios sexuais passam a ser produzidos em maior quantidade. “Caso sejam problemas leves, o ginecologista pode indicar o melhor tratamento”, diz a ginecologista e obstetra Fernanda Deutsch Plotzky, da Clínica Célula Mater.

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Camisinha na Adolescência

Usuários comprovam: camisinha não afeta prazer sexual
Em pesquisa publicada no The Journal of Sexual Medicine, homens e mulheres afirmaram ter relações altamente prazerosas aliando o preservativo ao lubrificante.Um amplo estudo realizado com homens e mulheres nos Estados Unidos afasta de vez o fantasma de que a camisinha pode atrapalhar o clima na hora H. A Pesquisa Nacional de Saúde e Comportamento Sexual entrevistou pessoas de 18 a 59 anos. De modo geral, tanto eles quanto elas classificaram a última relação sexual como altamente excitante e prazerosa – independente do uso de camisinhas e lubrificantes. Além disso, os homens relataram não perceber diferenças significativas na ereção quando usaram o preservativo.

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Espelho, espelho meu...

... Existe alguém mais horrorosa do que eu?

Uma amiga diz que tem seios pequenos demais. Outra reclama do nariz adunco. A terceira gostaria de ter as nádegas da Juliana Paes. A quarta quer eliminar sua barriga a qualquer custo – embora você nem ache que ela tem uma barriga tão problemática assim. Pergunte a qualquer menina se ela está satisfeita com a própria imagem e prepare-se para ouvir um sonoro “não”. É o que constatou estudo feito por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo com meninas de 11 a 18 anos. Das 76 adolescentes avaliadas na pesquisa, apenas 1,8% disseram estar satisfeitas com sua imagem.

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Abaixe o som!

“Abaixe o som!” Essa reclamação pode já nem chegar mais aos ouvidos dos jovens de hoje. Mas os pais têm razão. Um novo estudo da Faculdade de Medicina Penn State (EUA) aponta que um em cada seis jovens tem algum grau de perda de audição – e, na grande maioria dos casos, essa perda poderia ter sido prevenida, já que não acontece do dia para a noite: é um quadro gradativo que diminui a capacidade de captar sons principalmente de alta frequência, como as letras s, h e f. Com o tempo, essa perda pode afetar o desempenho dos jovens tanto na vida profissional como na vida pessoal.

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Apoio familiar é fundamental para adolescentes grávidas

Uma gravidez indesejada pode oferecer perigos à gestante e ao bebê — principalmente quando a futura mamãe ainda nem passou dos 18 anos de idade. Por medo de encarar a maternidade e, principalmente, os pais, muitas jovens abortam ou negligenciam o pré-natal, colocando em risco a própria vida e a do filho. Mas um levantamento da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo demonstrou que, nessas horas, o suporte da família evita o sentimento de abandono que costuma levar as garotas a tomarem decisões arriscadas. Os pesquisadores acompanharam 14 meninas usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e fizeram entrevistas para traçar seu perfil.

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Siga o fluxo Aprenda a surfar no sobe e desce dos hormônios e viva o ciclo menstrual sem se desgastar nadando contra a maré

Tensão pré-menstrual, sangramento, cólicas... Menstruar parece ter virado sinônimo de chatice. A vida urbana deixa a mulher tão distante de seus instintos que o ritmo natural do corpo é encarado como um estorvo: não dá para ficar sossegada curtindo um momento de reclusão. Eis que chega a roda-viva e carrega a quietude pra lá...

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Cólica. Saiba evitar

De acordo com o National Institute of Health dos Estados Unidos, a cólica menstrual é o principal motivo de faltas nas escolas entre as adolescentes – até mais do que gripes. Mas, apesar de serem bastante comuns (elas afetam mais da metade das mulheres), é bom que se saiba que as cólicas não são uma tortura necessária para se tornar uma adulta – principalmente quando são mais severas, é bom procurar orientação médica.

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