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Introdução

Os adolescentes vivem uma fase na qual muitos impulsos novos afloram e nela não há limites para novas experiências e vivências. Eles vão descobrindo o mundo e esse processo, muitas vezes ocorre como uma explosão!!

Assim é muito importante que estes impulsos sejam acolhidos e trabalhados por profissionais que entendem e respeitam o momento no qual estes jovens estão inseridos.

Dentre as questões importantes a serem tratadas com o adolescente ávido pela descoberta do corpo, tanto próprio quanto alheio devemos estimular o auto conhecimento e a compreensão dos processos que vem ocorrendo.

Quando começa a surgir o interesse pelo outro deve-se enfatizar a importância do encontro em si. Deve-se mostrar que um encontro se baseia na amizade, no companheirismo, na confiança, nas trocas de experiências e de vivências, no crescimento individual e no crescimento em conjunto...

Somente então é que um encontro sexual propriamente dito poderá fazer sentido. É muito importante afastar a cultura do FAST FOOD das relações humanas e trazer para os nossos adolescentes que uma relação precisa ser construída, conquistada e cuidada e não pode simplesmente aparecer de repente, é preciso tolerância, ouvir e ser ouvido, respeitar e ser respeitado nesse processo.

Dito isso e sendo ouvintes das ansiedades deles aí é importante adverti-los sobre os riscos físicos dos encontros sexuais, do abuso do álcool e do uso das drogas, da violência urbana...

Aí a questão das gestações precoces e das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), das intoxicações de dos acidentes acabam podendo ser ouvidas por eles com mais atenção pois primeiramente se falou daquilo pelo qual eles anseiam e se ouviu aquilo que eles tem para falar.

Quando acolhemos o que eles falam não significa que compactuamos, mas abrimos a possibilidade de sermos ouvidos.

Então explicar métodos anticoncepcionais fica mais fácil, falar do uso da camisinha passa a ter mais sentido, orientar em relação ao abuso de álcool ganha peso e assim por diante.

É necessário individualizar a abordagem do jovem, contextualizando em sua família e em sua realidade e assim oferecer a ele a atenção que o ajudará a viver esse momento com maior compreensão e sem deixar marcas irreparáveis.



Texto:Dra. Natalia Zekhry


 



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