Preservação da Fertilidade Feminina

Preservação da Fertilidade Feminina

As mudanças no estilo de vida da mulher ocorridas nas últimas décadas fazem com que seja cada vez mais comum o desejo da maternidade após os 35 anos. No entanto, com o passar do tempo, os óvulos também envelhecem. O período de maior fertilidade na vida de uma mulher é entre os 20 e 24 anos. A partir daí, as chances de engravidar diminuem progressivamente. Aos 35, a possibilidade cai para 12% ao mês. Após os 40, desce para 8%, e segue baixando, até a menopausa decretar o fim da fase reprodutiva.

Atualmente, o congelamento de óvulos jovens ainda é a melhor maneira de preservar a fertilidade feminina. Nos últimos anos, graças aos avanços tecnológicos, a taxa de sucesso de tratamentos de fertilização com óvulos congelados é semelhante à de óvulos “frescos”. Se a mulher fez o procedimento aos 30 anos e decidiu ter filhos aos 40, terá praticamente as mesmas chances de engravidar que uma mulher dez anos mais nova.

O procedimento para a preservação da fertilidade é igual ao da Fertilização in Vitro: faz-se a indução da ovulação através do uso de medicamentos, e a aspiração dos óvulos. Em seguida, eles passarão por um processo chamado criopreservação – ou seja, preservados a temperaturas muito baixas. No momento em que a mulher decidir engravidar, os óvulos serão descongelados, fertilizados em laboratório e os embriões formados são então transferidos para o útero previamente preparado para recebê-los.

Célula Mater