Tratamentos de baixa complexidade

Suspeita de Infertilidade?

Controle de ovulação

Trata-se do acompanhamento médico e ultrassonográfico do ciclo menstrual da paciente, que permite prever o dia do ciclo em que a mulher terá mais chances de engravidar.

Indução da Ovulação

Há duas indicações básicas para recorrer à indução de ovulação: pacientes que não têm ovulação espontânea ou que não conseguem engravidar, mesmo ovulando normalmente.

As medicações para estimular a ovulação, por via oral ou injetável, devem ser monitoradas para controlar a resposta ovariana. Em estimulações mais simples, este controle é feito por ultrassonografias. Outras, de maior complexidade, exigem também a avaliação da produção hormonal do ovário.

Os protocolos de estimulação da ovulação conseguem aproximadamente 80% de resultados positivos. Os 20% restantes são resultado de má resposta à indução ou retenção folicular ocasionada por flutuações inadequadas dos hormônios.

Inseminação Artificial

Trata-se da introdução de espermatozoides capacitados diretamente no útero da mulher, sem a necessidade de retirada dos óvulos. A inseminação pode ser realizada com ciclo natural e/ou com estimulação da ovulação por meio de medicamentos, que costuma dar resultados mais satisfatórios.

No dia da inseminação, o homem realiza a coleta do sêmen na Célula Mater. A amostra é levada ao Laboratório de Andrologia, onde é feita uma seleção dos espermatozoides e a Capacitação Espermática. Esta amostra é preparada em meio de cultivo especial e transferida ao útero da mulher após aproximadamente duas horas.

A inseminação é um procedimento simples. No dia da ovulação, a amostra do sêmen preparado é colocada dentro da cavidade uterina por meio de um cateter. Após a inseminação, a paciente pode retornar às suas atividades diárias, sem maiores restrições.

Célula Mater